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sábado, 01.08.2020

No HSFA, Alessandra ganhou uma oportunidade para lutar por sua vida

Por Laura Guerra

Fotografia: acervo pessoal
Fotografia: acervo pessoal

Após um exame de rotina em 2016, Alessandra Guimarães Rodrigues, de 40 anos, descobriu o câncer de mama e foi encaminhada para o Hospital São Francisco de Assis. "Fiquei desolada quando soube", diz. Mesmo já conhecendo a instituição, Alessandra, que mora em Jacareí (SP) com o marido e as duas filhas, não imaginava a importância que ela teria em sua vida. 

O tratamento começou com sessões de quimioterapia e radioterapia. Depois, foi realizada uma cirurgia para a remoção do tumor, que fez com que Alessandra ficasse internada por trinta dias. Durante o período, ela percebeu como os funcionários do Hospital São Francisco de Assis se importavam com seus pacientes. "O carinho de todos foi essencial. Sempre levavam uma lembrancinha ou um pedaço de bolo para mim", conta. 

Para Alessandra, todo o pessoal do hospital se tornou sua família. "Me deram uma oportunidade de lutar pela minha vida", diz. Ela também participou do Projeto Mão Amiga da instituição: "Eles oferecem apoio às mulheres com câncer para lidarem com os cuidados da perda de cabelo e o manuseio do lenço", explica.

Alguns meses depois do período internada, Alessandra engravidou de sua segunda filha, Manuela. Na época, ela realizava a quimioterapia oral, tomando oito comprimidos por dia, que foi interrompida por conta da gravidez. "Os médicos ficaram preocupados por conta da alta dosagem de medicação, mas ela nasceu linda e saudável". 

Os exames feitos após o nascimento mostraram que Alessandra não precisava continuar com a medicação. Hoje, ela faz apenas um acompanhamento a cada três meses. "Meu grande sonho é estar curada e me dedicar às minhas filhas, Beatriz e Manuela, que são tudo para mim", conta.

"O carinho de todos foi essencial. Sempre levavam uma lembrancinha ou um pedaço de bolo para mim."

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