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segunda, 09.03.2020

A adoção inesperada fez aposentada se apaixonar por gatos e ganhar saúde

Por Romy Aikawa

Fotografia: acervo pessoal
Fotografia: acervo pessoal

Eliana de Jesus Vinhão, moradora de São Paulo, de 58 anos, costumava dizer que preferia os cães aos gatos. Tanto que, até cerca de um ano e meio atrás, o único pet que fez parte de sua vida foi uma pitbull. "Quando ela morreu, eu não quis mais saber de bichinhos. Mas uma amiga me falou de uma gatinha que havia sido abandonada dentro de um imóvel e me comovi com a história. Acabei me apaixonando, só que ela já estava muito debilitada e também morreu logo depois", conta.

Triste, Eliana viu sua saúde abalada. "Tenho leucemia crônica, e preciso manter meu humor estável para não ficar enfraquecida", explica. Foi enquanto ainda tentava se recuperar de mais essa perda que outra amiga lhe falou sobre uma ninhada de gatinhos que havia nascido em um lar temporário da Associação Paulista de Auxílio aos Animais (APAA).

Fotografia: acervo pessoal 



Com a insistência do filho, Felipe, que sempre gostou de gatos, Eliana aceitou ver os filhotes e, ao pegar no colo justamente o que não tinha uma das patas, se encantou. Ela sabia que o gatinho ficaria para trás ao ser levado para a feira de adoção, então decidiu ficar com ele. E ainda resolveu adotar também um de seus irmãozinhos. "Foi assim que o Lucky e o Caco entraram na minha vida", diz.

Hoje, a casa de Eliana é o lar de cinco gatos. Além dos dois irmãos, ela tem a Flor, o Hórus e a Ágatha, todos adotados. "Eles são a minha paixão e me fazem muito bem. Meus exames estão até estabilizados!", comemora ela, que se tornou colaboradora da APAA. "Eles realmente levam a adoção e o cuidado com os animais a sério."

Clique aqui e conheça o trabalho desenvolvido pela APAA.

"Tenho leucemia crônica, e preciso manter meu humor estável para não ficar enfraquecida."

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