Histórias
de Impacto

quinta, 01.10.2020

Em apenas 40 dias, tratamento no CRP mudou a vida de Arthur

Por Laura Guerra

Fotografia: acervo pessoal
Fotografia: acervo pessoal

Quando seu filho Arthur nasceu, Bruna Marques Novoletti, de 27 anos, ouviu dos médicos que uma falta de oxigenação no momento do parto poderia afetar o desenvolvimento do pequeno.  "Ficamos com medo, pois era nosso primeiro filho", conta Bruna. Encaminhada ao Centro de Reabilitação Piracicaba (CPR), a família encontrou tratamento, apoio e esperança. "Eles acolheram a gente, não só como profissionais, mas como amigos também", diz. Porém, oito meses depois, veio uma preocupação maior: Arthur ainda não conseguia se sentar sozinho.

A partir deste momento, ele começou a fazer uma sessão por semana no CRP, que englobava atividades com fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia e fonoaudiologia. O desenvolvimento de Arthur deslanchou. "Dentro de um mês e dez dias, ele se sentou e ficou de pé. De tudo que o médico havia falado, a primeira coisa que o Arthur talvez não fosse capaz de fazer era se sentar. Depois que ele conseguiu, sentimos que tudo seria possível", explica a mãe.

Além de atividades sensoriais - com uso de massinha, toques em diferentes texturas e temperaturas - e exercícios motores, feitos para estimular musculatura e movimentos, os profissionais aconselharam os pais sobre outras formas de entreter e acalmar Arthur além da televisão, que o menino acabava vendo em excesso. "No CRP, não é só a criança que é atendida, mas toda a família. Eles se importam com todos", comenta Bruna.

Hoje, com 1 ano e 4 meses, o desenvolvimento de Arthur está de acordo com sua idade: "É graças ao nosso esforço e do Centro de Reabilitação Piracicaba que ele evoluiu tão bem", afirma Bruna. Mesmo com a quarentena provocada pela pandemia do novo coronavírus, a instituição não parou com suas atividades e acompanha Arthur e sua família constantemente. Muito agitado e brincalhão, o próximo desejo de Bruna é que o filho comece a escolinha após tudo se normalizar. "Aposto que ele vai aprender mais um monte de coisas novas", comemora.

"No CRP, não é só a criança que é atendida, mas toda a família. Eles se importam com todos!"

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