Histórias
de Impacto

quinta, 01.02.2018

Vítima de violência doméstica, Vivi deu novo rumo à vida após tratamento odontológico

Por Heloísa Iaconis

Fotografia: Déborah Moreno
Fotografia: Déborah Moreno

Sem parar de chorar. Assim estava Viviane Martins Arruda, 42 anos, de Maceió, ao chegar à Turma do Bem, em meados de 2016. Por sentir muita vergonha, resistiu até mesmo a aceitar ajuda. Vítima de violência doméstica desde os 17 anos, Vivi, como gosta de ser chamada, procurou a ONG quando já morava em São Paulo, por indicação da Casa Eliane de Grammont, projeto que oferece suporte psicológico a mulheres com histórias parecidas com a dela. Foi acalmada pelos profissionais, avaliada na triagem do programa Apolônias do Bem e, no mesmo dia, começou o tratamento.

Nas mãos do dentista Daniel Bellacosa, passou por inúmeros procedimentos, de limpeza a cirurgias. Hoje tem dentes novos e mais esperança. "A Vivi que sou hoje é a Vivi que a Turma do Bem resgatou", diz. Agora, deseja realizar um sonho antigo: ser fotógrafa. E os primeiros passos já foram dados: em novembro último, foi a responsável pelos cliques da festa da Turma. Também já se sente preparada para registrar - e comandar - a própria vida.

"A Vivi que sou hoje é a Vivi que a Turma do Bem resgatou!"

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